WhatsApp passará a cobrar por conversa. O que você acha disso?

A partir de fevereiro do ano que vem, o WhatsApp vai mudar o modelo de cobrança para o uso de sua API. Hoje, as cobranças são por notificação, mas passarão a ser por conversa, e ocorrerão mesmo quando forem iniciadas pelo usuário final.

Para os parceiros do app de mensageria, os chamados BSPs (provedores de soluções de negócios, em tradução livre), e para empresas que usam o Whatsapp para se comunicar com seus clientes, a novidade poderá trazer impacto ao orçamento, já que hoje o app é o mais utilizado no Brasil em sua categoria, estando instalado em 99% dos smartphones do país, conforme estudo da Opinion Box.

Além disso, 95% das pessoas que usam o Whats o fazem todos os dias, e isso já vem há mais de 5 anos, ou seja: tendência que se consolidou em realidade e é praticamente uma comodity dos novos tempos, entrando praticamente de forma automática nos pacotes de operadoras de Telecom e provedores de Internet, por exemplo.

E é bom lembrar que tanto para operadoras, quanto para provedores, o app é quase sempre um plus gratuito nos planos para os consumidores, funcionando no chamado “zero rating” (sem desconto na franquia de dados) como um chamariz para atrair ou fidelizar clientes.

Quando lançou sua API de uso comercial, há três anos, o Whatsapp iniciou o formato de cobrança por notificação. E desde então, é com ele que as empresas que trabalham com a plataforma estão acostumadas: se abrem uma conversa com um usuário, são cobradas por mensagem de template enviada. Caso seja o usuário a começar a conversa, não há cobrança alguma.

Com isso, muitas empresas aproveitaram a presença massiva do Whats nos celulares para baixar seus custos de call center ao investir em robôs de conversação para atender através do app de mensageria. O que é um recurso ágil e muito prático para atender a solicitações e perguntas frequentes, realizando rotinas de atendimento que não requerem intervenção humana, motivou o crescimento dos chamados ISVs (vendedores independentes de software, em tradução livre), que são fornecedores de tecnologia de bot – aliás, hoje, 94% dos desenvolvedores de bots sediados ou presentes no Brasil já produziram algum robô para relacionamento via Whats, e 49% deles destacam o aplicativo como líder em seus market shares (fonte: Mapa do Ecossistema Brasileiro de Bots).

Voltando ao modelo de cobrança, agora o jogo muda: se até o momento a cobrança se dava por notificação, podendo incluir conversas de até 24h, agora cada bate-papo passará a ser cobrado, e os preços dependem de quem inicia a sessão: quando é a empresa, o custo fica em US$ 0,05, e quando é o consumidor, sai por US$ 0,03 no Brasil.

Para comparação, vale lembrar que, no atual formato de cobrança por notificação, o WhatsApp cobra no Brasil US$ 0,047 por mensagem nas primeiras 250 mil, e o valor cai de acordo com o crescimento do volume, podendo baixar para US$ 0,026 por mensagem quando se troca mais de 25 milhões delas.

No novo modelo, cobrado por notificação, um alívio será dado às pequenas empresas, às quais o Whats deu atenção ao decidir não cobrar pelas primeiras 1 mil conversas de cada mês.

Agora, resta às empresas fazer as contas e avaliar se o retorno sobre o investimento do atendimento via Whats seguirá compensando.

Enquanto isso, a alternativa ainda sem projeções declaradas de cobrança é o Telegram, baixado em 53% dos celulares brasileiros, segundo levantamento da Infobit.

E você, o que acha disso tudo? Projeta grandes impactos com o novo modelo de cobrança do Whatsapp? Avalia o Telegram como alternativa viável? Visite as redes sociais da Qualitor e nos conte sua opinião!

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Você sabia que mais de 2 bilhões de pessoas usam o Whatsapp em todo o mundo, e que o app está disponível em mais de 180 países, em 60 idiomas?
Hoje, é o aplicativo mais popular do planeta, superando o Facebook desde 2019.

No Brasil, são mais de 120 milhões de usuários, dos quais 59% deixam o Whatsapp na tela inicial do smartphone e 79% o usam como sua principal fonte de informação.

Só o WhatsApp Business já alcançou mais de 5 milhões de usuários, tendo a Índia como principal mercado e o Brasil como segundo, onde já é utilizado por 72% das empresas.

Fonte: Whatsapp, Grupo Chroma, Time Opinion e SEBRAE

O verão nem chegou e o calor já reina soberano. As temperaturas elevadas pedem uma alimentação que ajude o corpo a suportar as condições, com digestão leve e sensação de bem estar.

Nisso, os alimentos gelados ajudam muito. E vão bem além do sorvete! Experimente trocar o frango assado ou grelhado do almoço por um delicioso salpicão, que traga carne de galinha desfiada e também muitas verduras, alho, sal e cebola, além de cenoura ralada, milho, ervilha, palmito, azeitona e uva passa. Ou então aposte no tabule, misturando farinha de quibe, sal, cebola, tomate, suco de limão, pepino, salsa, hortelã e, se gostar, pedaços de manga. Uma delícia!

Outra boa pedida é a salada de macarrão, que permite utilizar sobras de macarrão parafuso, embebidas em maionese e misturadas em queijo, frios, cenoura, milho, ervilha, azeitonas e pepino. Pode acrescentar salsinha, cebolinha e pimenta.

E tem até sopa que é consumida fria, sabia? O gaspacho, tradicional da culinária espanhola, leva tomate, cebola, pimentão e outras hortaliças, como aipo ou salsão. Na hora de servir, é só salpicar manjericão fresco e se deliciar.

Final de ano tem um poder estressante a mais. Apesar de ser um momento mágico do ano, com as datas de Natal e Reveillon se anunciando, também pode trazer o stress de organizar tudo, finalizar projetos, planejar o ano que vem.

Para acalmar a ansiedade em momentos de tensão, algumas técnicas simples são bem úteis.

Por exemplo, observe o seu ambiente usando os 5 sentidos. Dê uma boa olhada ao redor e depois feche os olhos, lembrando 5 coisas que estão ali que você pode ver, 4 que pode ouvir, três que pode cheirar, duas que pode provar e 1 que pode sentir.

Vale também fazer perguntas simples a si mesmo. Feche os olhos e se pergunte: qual seu nome? Quantos anos tem? Qual a data de seu nascimento? Siga o auto-diálogo até sentir que seus pensamentos se desviaram do que o deixava ansioso.

Respire! Escolha uma palavra e respire muito fundo, repetindo a palavra após cada expiração. Repita quantas vezes forem necessárias para se sentir mais aliviado.

Leitura obrigatória para quem se preocupa com onde trabalha e como trabalha. Uma lufada de ar fresco para ler e fazer com que o chefe também leia.

Estas são algumas impressões de sumidades como This is Marketing e New York Times sobre nossa dica de livro de hoje.

Nesta obra, o autor trata sobre uma abordagem comprovada em táticas que eliminam a burocracia e tornam cada empresa no melhor trabalho da vida de todos.

Parece exagero, mas não é: com uma legião de clientes, de startups a grandes organizações globais, o autor trabalha pontos como a falta de confiança, gargalos na tomada de decisões, funções e equipes isoladas, sobrecarga de reuniões e e-mail, orçamentos cansativo e pensamentos desorganizados para mostrar que sim, há esperança de solução em tudo isso, e que consultorias não devem apenas prometer, mas entregar respostas com base exatamente nestes problemas.

Para fazer suas entregas, o livro parte do princípio que organizações não são máquinas para serem previstas e controladas, mas sim sistemas humanos complexos e cheios de potencial, que precisam ser liberados.

Assim, nada de consertar equipes, departamentos ou negócios ao mexer nas bordas: é preciso entrar no cerne. Reinventar. Refazer.

Difícil? Desafiador? Com certeza! Mas também, para o autor, a chave do “extraordinário sucesso”. Que tal tentar?

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