Se você não é parte da solução, é parte do problema

Tenha sempre em mente o óbvio: todos nós temos, vivemos e experimentamos dois mundos, o interno e o externo, e eles se afetam. Não se esquive de responsabilizar-se pelo rumo de qualquer desses mundos. À medida que interagem, eles influenciam você, seu equilíbrio, sua alegria de viver.

Na abordagem do complexo mundo interno, um aspecto é fundamental: a dificuldade que muitos têm de conversar abertamente consigo mesmos. Essa abertura é pré-requisito para o bom diálogo na discussão de temas áridos, para que o indivíduo possa assumir a responsabilidade pela própria vida e até para que decida se exerce ou não seu papel como parte da solução também no mundo externo.

Ao analisar o mundo externo, focaremos a empresa e o país. Na empresa, esse mundo é constituído por seus pares, time, chefe, conselho de administração, clientes, por todos com quem você interage nesse ambiente, que, hoje mais do que nunca, é de incerteza. Nesse cenário desafiador, a cultura deve cumprir seu papel, estimular as pessoas a fazer parte da solução. Deve valorizar a experiência (que envolve erro e rápido acerto) e a sabedoria que ela traz.

Em se tratando de Brasil, você deve incluir tudo o que envolve sua corresponsabilidade como cidadão ou cidadã pelos rumos que o país toma. Diante dessa afirmação, você pode dizer: “Você está exagerando. Não sou corresponsável, por exemplo, pelas decisões do Executivo, do Legislativo, do Judiciário”.

Entendo o seu ponto, mas, por gosto ou desgosto, nós somos responsáveis, de alguma forma, pelo que acontece de bom e de ruim na nossa sociedade. Pode não ser o seu caso, e assim espero, mas a maioria, e aqui falo em especial de uma boa parcela dos que pertencem a uma classe social ou educacional mais alta, não assume sua inequívoca responsabilidade sobre o destino do seu país. Apenas para citar o passado recente, foi assim em 2018, em 2020 e não podemos deixar que seja da mesma forma em 2022.

No ambiente empresarial, a dinâmica é semelhante. Tanto nas discussões estratégicas como nas cotidianas, se você considera que uma decisão tende a estar errada, deve, por obrigação ética, influenciar na direção que julga ser correta.

Considerando a influência mútua entre nossos dois mundos, precisamos compreender que a maioria das pessoas está “com os fios desencapados”: nervosas, irritadas, tristes… A vida pessoal de 58% dos brasileiros está “messy”! Tenho abordado o assunto nesta coluna; a cada mês a atualização de nossa pesquisa mostra a piora da situação. Nas empresas, 88% das pessoas estão “no fio da navalha”. Tudo isso em um ambiente externo que se agrava.

E aqui também vale a frase-título deste artigo: se você não é parte da solução, é parte do problema. Permanecer na lamúria é imaturidade. E imaturidade é incompetência. São reações que cabem na primeira infância, mas não na fase adulta.

Também é infantil o desejo mágico de destronar o chefe quando ele não lhe parece competente ou uma autoridade, de sair de grupos de WhatsApp, de mudar de lugar, como se isso fosse resolver os problemas. Essa é a “capacidade negativa”, que temos de reverter para “capacidade positiva”. Para isso torna-se essencial a empatia na construção de soluções conjuntas.

Quem é adulto, do ponto de vista psíquico, sabe que faz parte do problema às vezes e da solução sempre. Não se preocupa em discordar nem em concordar a priori, muito menos em culpar o outro, mas orienta-se para a corresponsabilização na construção das melhores soluções.

A hora é agora: no meio de uma pandemia, temos a dor como estímulo para a mudança. Não deixemos passar a chance. É a hora de estimular a capacidade positiva, de você, como eu e cada um de nós fazer parte da solução, em nível individual, organizacional e do nosso querido Brasil.

Betania Tanure é doutora, professora e consultora da BTA

Você sabia? Que, segundo dados do SEBRAE e da Receita Federal, a taxa de mortalidade de empresas em até cinco anos de mercado no Brasil, principalmente entre as de menor porte, está em 17%?

Os motivos, conforme a pesquisa, estariam relacionados à capacidade de gestão, à falta de experiência no ramo de atuação e a dificuldades financeiras, em especial no período de pandemia.

Para evitar estes fechamentos, uma boa dica é o nosso livro indicado hoje no Qualitor Mais. Não deixe de ler e verificar as dicas para quem quer negócios de sucesso duradouro!

 

Ter todas as áreas internas gerindo tickets de atendimento via Qualitor. Esta é a meta da Farmácias São João, rede que conta com mais de 800 unidades em operação, estando entre as 5 maiores marcas gaúchas segundo o prêmio Top Of Mind: Grande Empresa do RS, realizado pela Revista Amanhã.

Atualmente, são 13 áreas utilizando o Qualitor na empresa, que mantém a parceria conosco há mais de 5 anos. E conforme a Coordenadora de Suporte Técnico da redeDaniela Bonfim, esta longevidade vem de um histórico de muita confiança, ótimo atendimento e melhoria contínua da experiência de usuário.

“Esta parceria com a Qualitor sempre mostrou resultados fantásticos. Na jornada de atendimento, contamos com profissionais parceiros, interessados, que fazem com que tenhamos condução de resultados e processos de maneira mais assertiva”, afirma Daniela.

Segundo a Coordenadora, o Qualitor foi um dos pilares para manter a organização e o bom funcionamento da empresa durante o crítico período de pandemia.

“Desde que iniciamos o uso da plataforma, nossa organização interna se tornou melhor, passamos a ter mais recursos e mapeamento de processos. Por isso hoje buscamos que todas as áreas usem o Qualitor como controle e direção de atendimento ao cliente interno”, destaca Daniela. “Durante a pandemia, nosso negócio não parou. Ao contrário, abrimos novas lojas, em novas cidades, aumentamos em mais de 1 mil o número de colaboradores, e nisso tudo utilizamos a ferramenta como uma grande base de nossa gestão de atendimentos e processos”, completa.

Com o aumento no número de lojas e funcionários, o trabalho na TI também aumentou. De acordo com a gestora, foi preciso fazer um trabalho preventivo, em relação a equipamentos e direcionamento de recursos, e também uma boa gestão de equipes, já que o time passou a atuar de forma híbrida – parte presencial, parte em home office.

Em tudo isso, a qualidade no atendimento foi mantida, e Daniela atribuiu tal ganho, em muito, ao Qualitor.

“Hoje indicamos a plataforma, que vemos como uma fortaleza dentro de nosso dia a dia. Não abrimos mão do Qualitor como suporte de nossos processos diários”, ressalta ela.

Empregando mais de 14 mil colaboradores, a Farmácias São João investe constantemente em expansão e em aperfeiçoamento profissional. A empresa, que no último ano inaugurou mais de 300 salas de serviços clínicos farmacêuticos, caminha para tornar-se, cada vez mais, um hub de saúde, consolidando a prestação de serviços farmacêuticos e exames laboratoriais rápidos. Para a Qualitor, atender à rede de Farmácias São João é mais do que uma satisfação, é também uma mostra do quão importante é o comprometimento com a entrega de uma plataforma de gestão de atendimentos, processos e serviços cada vez mais robusta e moderna, e o compromisso com o apoio no alcance dos resultados estipulados pelo cliente.

“Esta meia década de atendimento a Farmácias São João nos trouxe muita parceria e muitos aprendizados. É um cliente extremamente comprometido com seu atendimento interno, que investe em tecnologia para alcançar excelência neste quesito, e que traz no DNA a cultura da excelência. Um propósito que nos dispomos a perseguir junto a eles, e ficamos muito gratos com o feedback positivo deste cliente, pelo qual temos grande admiração”, conclui Donald ReisDiretor de Negócios da Qualitor.

O que garante a longevidade de um negócio? O que é preciso fazer, como é preciso agir, e, mais importante ainda, gerir, para que uma empresa dure muito, vá longe e não pereça ao longo do tempo?

Neste livro, os autores Junior BorneliCristiano Kruel Piero Franceschi falam de estratégias e modelos de negócios dinâmicos e competitivos, abordam a cultura da transformação como algo contínuo e inclusivo, além de tratar de atitudes que podem inovar uma organização por completo, mudando sua trajetória para muito melhor – entre vários outros temas imperdíveis.

Leitura obrigatória para todo empresário/empreendedor.

O mês de setembro traz duas causas importantes: o Setembro Amarelo, focado na prevenção ao suicídio, e o Setembro Vermelho, voltado à conscientização sobre doenças do coração.

A primeira campanha acontece desde 2014, quando a Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP, em parceria com o Conselho Federal de Medicina – CFM, organizou a primeira edição, já que no dia 10 de setembro é marcado o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio.

Um envolvimento mais do que necessário: no Brasil, são registrados mais de 13 mil suicídios todos os anos. Em todo o mundo, a taxa anual passa de 1 milhão.

Já o Setembro Vermelho é celebrado em homenagem ao Dia Mundial do Coração, comemorado em 29/09. A iniciativa visa a chamar atenção para males como arritmia, angina, aterosclerose, doença vascular periférica, miocardite e endocardite, além de outras doenças, que são especialmente letais, como insuficiência cardíaca, Acidente Vascular Cerebral (AVC), infarto do miocárdio, hipertensão arterial e tumores.

Para evitar tais males, a campanha objetiva lembrar boas práticas, como ficar atento ao nível de colesterol e pressão arterial, ter bons hábitos alimentares, fazer exercícios físicos periodicamente e manter os exames de rotina em dia.

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