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Internet das pessoas: entenda a importância da internet das coisas!

Até pouco tempo, quem imaginava, por exemplo, que um automóvel pudesse fazer ligações telefônicas? Ou, ainda, era quase impensável fazer compras na internet por comando de voz, usando assistentes virtuais, não é mesmo? Estamos imersos em uma transformação digital massiva, e a Internet das Coisas é um dos principais elementos nesse sentido.

Será que a Internet das Coisas tende a separar mais as pessoas, de modo a diminuir o convívio entre elas? Essa é a pergunta que vamos responder ao longo deste texto, no qual também explicaremos o conceito de IoT, seu funcionamento e o que as empresas devem fazer para não ficarem atrás dos concorrentes nessa era de revolução tecnológica. Boa leitura!

O que é a Internet das Coisas e das pessoas?

A Internet das Coisas, ou IoT, é um meio de conectar dispositivos diversos, de modo que eles troquem dados entre si. Essa informação pode parecer um pouco vaga, mas imagine o seguinte cenário: você tem em casa uma geladeira inteligente capaz de enviar ao supermercado todos os itens que estão em falta, como frutas, verduras e carnes. Esse simples exemplo já mostra o poder da Internet das Coisas em simplificar a vida das pessoas.

Poderíamos citar muitos outros exemplos de IoT, mas o que queremos, de fato, é mostrar como isso impacta a vida das pessoas em geral. À medida que mais atividades corriqueiras e repetitivas são delegadas aos dispositivos inteligentes, o ser humano tende a ter um tempo maior para se dedicar a outros aspectos da vida, inclusive melhorar o seu convívio social.

Já a Internet das Pessoas (IoP) consiste em uma rede capaz de conectar os indivíduos e as empresas em qualquer lugar do mundo. Dito isso, ambos os conceitos se complementam, visto que o uso massivo de tecnologias cada vez mais modernas é o pano de fundo de cada uma delas.

Como funciona a Internet das Pessoas e das Coisas?

O funcionamento da Internet das Coisas ocorre com base em três elementos: rede, dispositivo e sistema de controle. O primeiro consiste no meio de compartilhamento de informações, que geralmente é por Wi-Fi, 4G, 5G ou bluetooth. O dispositivo, por sua vez, precisa ter alguma tecnologia embutida que permita a conexão à rede e troca de dados, como antenas e sensores. Por fim, o sistema de controle tem por finalidade gerenciar todo esse intercâmbio de informações entre os dispositivos.

Por ser a rede tal qual conhecemos, a IoP passou por diversos avanços. Antigamente, o acesso à Internet era algo bastante restrito, mas a popularização, modernização e barateamento de toda a sua infraestrutura tornou a rede acessível a uma maioria de indivíduos ao redor do mundo. A computação em nuvem e a Inteligência Artificial, por exemplo, foram cruciais nesse sentido, impactando também empresas de diferentes portes e segmentos.

Porque é importante estar atento à Internet das Pessoas?

Ao contrário do que se pode pensar, a IoT não serve para distanciar, e sim para aproximar pessoas. Isso é possível também no âmbito empresarial, no momento em que as rotinas de atendimento ao cliente, por exemplo, são focadas em promover uma melhor experiência do público, por meio de uma comunicação ágil, eficiente, personalizada e, acima de tudo, humanizada.

O que o ser humano mais deseja é simplificar suas vidas. Nesse sentido, a Internet aplicada às pessoas tende a promover comodidade e humanização, de modo a facilitar as tomadas de decisões em diversos aspectos.

Já citamos o exemplo do atendimento ao cliente, mas falaremos agora de um outro cenário, envolvendo viagens. Imagine uma pessoa que está em busca de um voo e de se hospedar em um hotel. Quem já precisou pesquisar sabe que isso pode levar um certo tempo, em virtude da comparação de preços e a oscilação destes em períodos de baixa e alta estação.

Os assistentes virtuais e os chatbots são tecnologias que vêm se tornando cada vez mais indispensáveis no contexto da IoP. Concluindo o exemplo citado há pouco, ambas as ferramentas podem ajudar bastante uma pessoa que queira viajar com melhores comodidades e condições de pagamento. Embora a comunicação não ocorra, de fato, com uma outra pessoa, a experiência se torna muito melhor, mais ágil, personalizada e humanizada.

Como se preparar para essa transformação digital?

Empresas devem estar atentas a essa dinâmica proporcionada pela transformação digital. Uma das formas de conseguir isso é buscando automatizar processos internos, de modo a prover um serviço que gere satisfação e fidelização aos clientes. Rotinas burocráticas, formulários extensos e sistemas sem integração certamente devem se tornar coisas do passado.

Análise da presença digital

Muitas empresas podem cometer o erro de achar que basta ter um site ou perfil em rede social que ela já tem uma presença consolidada na Internet. É preciso, no entanto, captar a percepção do público em relação à empresa, o que pode ser obtido por meio de diversas métricas.

Em relação a sites, pode-se mensurar, por exemplo, o número de visitas e o tempo médio que as pessoas levam em uma sessão. A integração de canais — também conhecida por omnichannel — é um meio bastante efetivo de promover agilidade no atendimento, seja no site, rede social ou outros pontos de contato entre empresa e cliente.

Cultura de inovação e aproveitamento de dados

Os colaboradores precisam incorporar a transformação digital em suas rotinas. Isso implica, entre outras coisas, em buscar informação constantemente, de modo a desenvolver habilidades criativas, analíticas e estratégicas. Os dados produzidos diariamente devem ser coletados, armazenados e tratados, pois o cruzamento desses registros é o que serve de base para a tomada de decisão. O marketing, as vendas e diversas outras operações na empresa podem ser melhoradas continuamente pelo aproveitamento dos dados.

A Internet das Pessoas tende a ser bastante beneficiada pela Internet das Coisas. O ser humano, com o passar do tempo, graças à tecnologia, passa a ter mais comodidade e praticidade em suas atividades diárias, com a ajuda de uma infinidade de dispositivos conectados à rede.

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