Cultura organizacional: pessoal e profissional em equilíbrio para o crescimento de todos

Trabalhar com propósito. Ter significado. Entender, incluir e valorizar aspectos não apenas profissionais, mas também pessoais, ao tratamento dos recursos humanos. Operar com um modelo organizado, que nem por isso seja imune a mudanças quando necessário, mas que faça sentido por impulsionar o crescimento da própria organização e de todos os envolvidos nela.

Tudo isso é cultura organizacional. Um termo que, em um resumo breve de uma pesquisa intensa feita sobre o tema, pode ser sintetizado em um conjunto de normas, valores e missão que ajudam a guiar comportamentos e hábitos de trabalho, levando em conta práticas, processos, ambiente e colaboradores.

Um tratado sobre o assunto, escrito por Robert Kegan e Lisa Laskow Lahey, ambos professores da Universidade de Harvard, demonstra que esta abordagem rende não somente mais produtividade, já que engaja pessoas a entregas de significado, mas também mais retorno econômico.

Não por acaso, gigantes mundiais adotam a cultura organizacional, entre elas nomes como Coca Cola, Google, Apple, Facebook, Twitter e Netflix, além de cases nacionais, como Natura e Rock Content. 

Avaliando modelos nesta linha, Kegan e Lahey, definem que a cultura organizacional não pode ser “inventada”: precisa ser natural. Mas nem por isso é necessário ser nativa: pode ser trazida para a organização em algum momento, porém a partir disso é preciso aculturar toda a força de trabalho, mudar o penso e fazer correspondência entre o ambiente de trabalho, o tratamento das lideranças e a atuação dos colaboradores e os valores definidos pela companhia.

E nem por isso os autores desfazem do lucro. Ao contrário, destacam que, pelo que chamam de Deliberately Developmental Organization (DDO, ou, em tradução livre, Organizações Deliberadamente focadas no Desenvolvimentisto), lucrar segue sendo a máxima de toda empresa, mas que a cultura vem na base para alicerçar o alcance deste objetivo de forma saudável para todos – o caixa, os donos, os gestores e os colaboradores.

Na cultura organizacional, todos assumem a responsabilidade pelo funcionamento de seu trabalho, sua mentalidade e seu setor. Com isso, agrega significado ao que faz, e, se a cultura estiver certa, este será alinhado aos propósitos da empresa.

Nisso entram as aspirações de desenvolvimento dos indivíduos e da organização, a forma como o desenvolvimento se dá por meio das práticas diárias, e o conjunto destas práticas de atuação e desenvolvimento propriamente ditas.

A partir daí, o funcionamento de uma organização baseada em cultura organizacional tende a ser organicamente fluído, mantendo coesão entre componentes coletivos/corporativos e individuais, e alcançando ganhos para todas as partes.

Cultura organizacional é uma cultura de todos. É extrair riqueza do desenvolvimento conjunto, aproveitar talentos para transformá-los em sucessos e, com isso, fazer toda uma organização bem-sucedida. E é nisso, segundo os autores, que estão hoje baseadas organizações que, com certeza, estarão presentes e fortes no futuro.

Você sabia que, para 69% das empresas ouvidas para uma pesquisa da PwC, a cultura organizacional foi um forte impulso para atravessar os desafios da pandemia com saúde de equipe e de negócios.

Pesquisa Global de Cultura Organizacional 2021 mostrou que, durante a fase mais crítica da crise sanitária, se saíram melhor empresas que foram mais ágeis nas ações de coletividade e individualidade, atendendo seus funcionários de forma a engajar times capazes de produzir e entregar em meio a um cenário totalmente adverso e conturbado.

Ainda segundo o estudo, 85% dos entrevistados que enxergam suas lideranças como modelos avaliam a cultura da empresa como vantagem competitiva, enquanto 69% dos que trabalham em empresas que foram capazes de se adaptar destacam que a cultura foi a maior alavanca dos resultados no período de pandemia.

Via de regra, o verão só começa em 21 de dezembro. Mas, cá entre nós: que calor já está fazendo!

Para suportar as temperaturas tórridas, é bom seguir algumas dicas. Vamos lá:

Evite o sol entre as 12h e 16h, quando os raios solares são mais fortes e podem causar queimaduras, além de ter maior risco de câncer de pele.

Ao praticar atividades físicas, prefira o início da manhã ou fim da tarde, pois o sol não estará tão forte.

Use roupas de algodão e de cores claras, que ajudam a pele a eliminar o excesso de calor do organismo por meio do suor. Camisetas leves, shorts, calças de tecidos porosos, vestidos e saias são as melhores opções.

Beba ao menos 2 litros de água por dia. Isso garantirá hidratação e ajudará o organismo a eliminar toxinas.
Aumente a ingestão de frutas, verduras e legumes, como alface, chuchu, tomate, melão, abacaxi, cenoura e banana, que têm grande quantidade de água e ajudam a refrescar.

Falando em comida, evite refeições pesadas, como alimentos picantes ou com ingredientes que dificultam a digestão, como embutidos e gorduras. O excesso de trabalho pelo estômago pode aumentar a sensação de calor, além de trazer risco para a saúde.

Um evento para retomar o contato presencial, ainda com todos os cuidados demandados pela pandemia da Covid-19, rever amigos, fazer networking de qualidade e enfatizar temas importantes, como os serviços de TI, Inteligência Artificial, Automação e outras inovações sem as quais a sociedade atual não se move.

Este é o resumo do Seminário Executivo SUCESU-RS, realizado na quinta-feira, 25/11, no Vila Ventura, em Viamão-RS. Qualitor e Constat foram patrocinadores Gold deste evento, e realizaram a palestra de abertura da programação.

Conforme o diretor das duas empresas, Donald Reis, foi uma grande oportunidade para realizar contatos, trocar informações e fortalecer as marcas – inclusive, dando segmento à esteira de celebração das 3 décadas de mercado da Constat.

“Foi muito interessante para nossas duas empresas. A presença de amigos queridos, a oportunidade de conjecturar novos negócios, a oportunidade de homenagear a SUCESU-RS com a placa de reconhecimento que entregamos ao presidente Nilson Ayala Queiroz, tudo isso fez do evento uma grata agenda neste final de ano”, comenta Reis.

“Também temos a agradecer a grandes parceiros presentes no encontro, como Inácio Fritsch e Daniel Scherer, pessoas com quem mantemos relações de amizade e negócios de longa data”, complementa.

Já o gerente Comercial da Qualitor, Eduardo Boff ressalta a importância da retomada dos eventos presenciais da SUCESU-RS, com a possibilidade de rever presencialmente amigos, colegas, parceiros, clientes e futuros clientes depois de quase dois anos de isolamento devido à pandemia.

“Apresentamos as novidades do Qualitor 8.20 e do Qualitor Mobile (QM2). A repercussão e a procura foram muito boas, com reuniões marcadas com clientes e parceiros para evolução da nossa solução”, destaca Boff.

Para Claiton Krieger, gerente de Serviços da Constat, o Seminário contribui muito para a atualização do mercado e dos relacionamentos. “Fizemos contatos importantes, alinhavamos possíveis novas parcerias e, principalmente, reforçamos nossa marca no mercado”, salienta ele.

Também pela Constat, o gerente de Negócios Vinícius Petrolli enfatiza a qualidade do networking no evento. “Destaco a importância de estarmos presentes em um evento tão expressivo. Encontramos diversos prospects, tivemos a oportunidade de interagir com eles, e isso com certeza influenciará positivamente na escolha de parceiros futuros. Estamos cada vez mais visados no mercado e isso me enche de orgulho”, comenta.

Já o assistente de Marketing da Qualitor e ConstatEniederson Miranda, declara que participar do Seminário foi uma grande experiência. “Neste um ano em sete meses de empresa, muitos foram os eventos online, mas este foi o primeiro evento presencial que ajudei a construir com o time e com os fornecedores. Foi algo bem desafiador botar em prática todas as ações e divulgações, pré, durante e pós-evento. Meu agradecimento especial a SUCESU-RS e a nossa equipe de Constat Qualitor. Feliz demais em ver o resultado desse trabalho, que venham outros”, finaliza.

Um modelo novo e, por que não dizer radical, para liberar o potencial das empresas. Assim é este livro, que trata de cultura organizacional e mostra que, em todas as organizações, pessoas fazem dois trabalhos:

Aquele pelo qual são pagas, e outro que é entender seu lado pessoal, gerenciar seus pontos fortes e fracos, e entregar seu melhor, gerindo, ainda, as impressões que outras pessoas têm delas.

Isso, segundo os autores Robert Kegan e Lisa Lahey, tem um custo: nem a empresa, nem seu pessoal entregam todo o potencial que poderiam.

Mas, conforme a obra, é possível mudar este quadro, criando uma cultura na qual todos sejam incentivados e norteados a superar suas próprias barreiras internas, usar amplamente suas habilidades e pensar erros e vulnerabilidades como oportunidades de crescimento.

Isso é ser uma empresa desenvolvedora – de si e de seus colaboradores -, na visão dos autores. E isso é o que leva a construir uma nova forma de estar no trabalho e de gerar resultados positivos. Cultura organizacional estratégica na veia – vale muito a leitura.

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