Ambiente, sustentabilidade e governança: bem-vindo ao mundo ESG

O propósito é o novo pilar das empresas do novo mundo. De startups a multinacionais, a onda da sustentabilidade, do comprometimento com o social, do envolvimento com questões que vão muito além do lucro, visando ideais de melhoria geral para o planeta e a sociedade, se agigantou nos últimos tempos, e os impactos tendem a ser tão grandiosos quanto, é claro, positivos.

No Brasil, um exemplo vem no lançamento recente, pela Associação Brasileira das Empresas de Software –ABES, de uma plataforma aberta a todas as empresas interessadas em ter um diagnóstico em relação a suas ações de sustentabilidade. Mais do que isso, prevê orientação para a promoção de melhorias em relação a adesão ao modelo ESG (Environmental, Social and Governance), um conceito que abrange negócios de todas as verticais, incluindo fortemente a Tecnologia da Informação, na missão de preservar o meio ambiente, reduzir a desigualdade, valorizar a diversidade e solucionar problemas sociais. 

Um conceito que vai em linha com a Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), que traz 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para serem atingidos até o final da próxima década. Nestes, incluem-se exigências para que os negócios olhem além das finanças, atuando de forma a garantir um melhor presente e futuro. Para isso, engajar stakeholders e shareholders aos princípios ESG é fundamental.

São propósitos que requerem engajamento geral, e aos quais a Qualitor e a Constat vêm trabalhando de forma alinhada, crescente e contínua.

Através do Qualitor, é possível administrar chamados ou criações de processos que sejam correlacionados a gestões de processos de sustentabilidade, processos ligados a áreas sociais, além de abrir chamados em detrimento de qualquer aplicação ligada a governança. Inclusive, podendo criar processos que sejam conectados a gestão da governança em si.

Já na Constat, mantemos ações sustentáveis, como a destinação de eletrônicos, resíduos e outros itens a empresas terceirizadas capazes de fazer a reciclagem do que é possível e o correto descarte do que não pode ser reaproveitado. Também fazemos reaproveitamento interno, reutilizando ao máximo tudo o que conseguimos para reduzir a geração de lixo e minimizar a necessidade de aquisição de novos eletrônicos.

ESG não é uma sigla, apenas, assim como sustentabilidade e propósito não são somente palavras da moda. O hype é proteger, cuidar e cultivar um planeta e uma sociedade melhores para todos. Estratégias precisarão mudar de simplesmente fazer bem para fazer o bem. É sobre isso, e é agora. Vamos?

Você sabia que mais de 4 mil empresas já são B Corp em todo o mundo, e que no Brasil já são mais de 200? Pois é, os números estão em franco crescimento, mas… O que é ser um negócio B?

Em 2006, a americana B-Lab lançou os certificados B-Corp, que avaliam empresas sob o prisma da sustentabilidade, avaliando ações e modelos de gestão em relação a colaboradores, comunidade, meio ambiente e clientes. As que cumprem as etapas a contento, recebem selo de aprovação, o Certificado B-Corp.

Quem tem esta certificação está definido como seguindo os mais altos padrões de desempenho social e ambiental, transparência e responsabilidade legal. Uma grande honra, seguida por uma grande responsabilidade!

Por isso, conforme a B-Lab define, os negócios que levam o selo precisam equilibrar propósito e lucro, considerando o impacto de suas decisões em tudo: trabalhadores, consumidores, fornecedores, comunidade e meio ambiente. Ser B é buscar o melhor PARA o mundo e não apenas ser o melhor DO mundo.

Conforme o CEO e co-fundador da B-LabAndrew Kassoy, o primeiro passo para mudar o sistema é reconhecer que você faz parte dele. Criador da certificação B-Corp, ele trabalha a ideia de que corporações de todos os setores e tamanhos precisam ter propósito, e este precisa estar engajado a construir uma economia inclusiva, que seja boa, literalmente, para todos – todas as pessoas, todas as classes, todo o ambiente, todo o ecossistema.

No Brasil, nomes como Natura, VGResíduos, Sauber e startups como TunDun, GreenPeople, Juçaí e Keiff, entre muitas outras, já aderiram a este propósito que, conforme os próprios fundadores destacam, não é uma opção, mas uma direção.

Direção rumo ao futuro, embasada no presente, que envolve decisões, ações e comprometimento para alcançar os impactos que todos desejamos e, principalmente, evitar os impactos que todos tememos.

B de benefícios, B de busca pelo melhor, B de bom para todos, B de bora!

O período natalino começou a se anunciar e você já está com arrepio de pensar em pratos de todos os tipos cheios de uva passa? É verdade, muita gente não gosta desta iguaria, muito comum nesta época do ano. Mas abra um parêntese, afinal, a uva e outras frutas secas trazem muitos benefícios!

Possuem altos níveis de fibras, mais até do que as versões in natura. E fibras são grandes amigas do sistema digestivo!

Além disso, as frutas secas, como tâmaras e figos, têm função antioxidante, ajudando a combater doenças cardíacas, câncer, osteoporose e condições neurodegenerativas.

Já damascos, passas e ameixas secos trazem muito beta caroteno, vitamina E, ferro, magnésio, potássio e cálcio. Sem falar na pouca gordura, que faz delas excelentes lanchinhos para quem não quer comprometer a silhueta.

Não são só as empresas que precisam se engajar ao propósito sustentável. Em casa, atitudes cotidianas são vitais para melhorar o planeta.

Comece por apagar as luzes em cômodos que não estão sendo usados e a aproveitar mais a luz do dia. Hoje, a maior parte da energia distribuída no Brasil é gerada por usinas hidrelétricas, ou seja, quanto mais luz você usar, mais água será necessária para produzi-la. Entendeu até onde vai o impacto de um simples desligar de interruptor?

Outra boa dica é consumir alimentos orgânicos. Isto porque o agrotóxico usado nas lavouras pode contaminar solo, águas e ar, sem falar nos riscos à saúde. Enquanto isso, os orgânicos não usam nada disso, trazendo mais saúde para quem consome e para todo o ecossistema.

Congele alimentos. Frutas passadinhas, aquele feijão de ontem… Tudo pode ser congelado para ser aproveitado mais tarde, evitando o desperdício.

E por falar em desperdício, revise sua lista de compras. Atenha-se ao realmente necessário, evitando acúmulos que, sem dúvida, gerarão um aumento futuro na produção de lixo.

Tem uma ideia mirabolante? Grande? Exagerada? Sem problema: este livro se baseia em cases de sucesso da inovação mundial para provar que mesmo as causas aparentemente mais impossíveis podem se tornar grandes sucessos.

A obra trata de como desenvolver, testar e lançar ideias, tomando por princípio-base a inovação. Tanto é que, ao longo do livro, exemplos são dados de grandes corporações que, ao não inovarem, acabaram superadas por startups conduzidas por uma garotada jovem que chegou para rever conceitos, mudar modelos e levar à frente ideias que, antes, poderiam ser taxadas de impossíveis.

Segundo o livro, atualmente é impossível ser competitivo sem inovar. E com base em estudos de empresas do Vale do Silício, mostra como estruturar equipes de inovação, como identificar e avaliar novas ideias, como fomentar uma cultura de inovação e como estabelecer um processo inovativo constante, entre outros tópicos que nenhum empresário ou empreendedor pode deixar de ler. Faça seu elefante voar!

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