A nossa News tem Ouro

Um porto-alegrense bem humorado, dedicado, obstinado pela evolução constante e pelo alcance do sucesso das equipes de que participa. E que equipes: o protagonista de nossa Qualitor News de hoje, Jorge Edson de Souza Brito, foi um dos jogadores da Seleção Brasileira de Voleibol Masculino que alcançou o primeiro ouro olímpico para o Brasil nesta modalidade de esporte, nas Olimpíadas de Barcelona, em 1992.

Uma trajetória que começa décadas atrás, no ambiente escolar de uma das mais tradicionais instituições de educação gaúcha: o Instituto Porto Alegre da Igreja Metodista – IPA, onde foi bolsista de esporte, dando início a uma trilha vitoriosa que passou por times como os do Grêmio Náutico União, Sogipa, Frangosul, Fiat/Minas, Pirelli, Palmeiras/Parmalat, Portuguesa/Chapecó, Ulbra, São Paulo/Canesten, Sumitomo (Japão) e Castelo da Maia (Portugal), além de atuar como assistente técnico no  BCN/Osasco, VGS Turquia, Londrina Sercomtel e Vôlei Futuro, e como técnico do Panasonic, no Japão, na Ajov, em Joaçaba, BRH-Sulflex e Clube Curitibano.

Além da medalha de ouro em Barcelona, o esportista carrega outros títulos importantes, como o de Bi-Vice-Campeão Pan-Americano, Vice-Campeão Sul-Americano de Clubes, Bi-Vice-Campeão Paulista, Vice-Campeão da Liga Nacional, Campeão Sul-Americano, Bi-Vice-Campeão da Superliga e Campeão da Supercopa de Portugal.

Hoje Head Coach do Volleyball National Team nas Filipinas, ele traz uma trajetória de muita prática, esforço, dedicação e aperfeiçoamento que construíram uma carreira exemplar, sobre a qual você confere em um relato exclusivo para nossa News. Acompanhe:

“Quando escuto ou leio a respeito de Olimpíadas logo me vem à mente a visão de algo que ocorre de quatro em quatro anos e todos acompanham com fervor e exaltam. Os Jogos Olímpicos podem ser observados além deste fervor com data marcada, mesmo para quem não vive neste universo esportivo, sendo atletas, técnicos, preparadores físicos, gestores, fãs, familiares destes e marcas esportivas dentre outros não citados.

Se observarmos os jogos como um organismo vivo, veremos que há um tempo maior em que os recordes e atuações se desenvolvem e maturam, os heróis olímpicos não nascem de um dia para o outro, não se apresentam apenas para competir. O período de plantio, maturação e colheita às vezes leva anos e não raramente, salvo alguns esportes onde a iniciação se dá muito cedo como a Ginástica e Skate nesta última edição, leva além de uma década para que esteja apto a participar da festa e quem sabe subir ao Monte Olimpo.

Pare e pense: Nossas medalhas, a minha medalha e as medalhas brasileiras na sua grande maioria são feitos heroicos. Exaltados como tal e muito verdadeiramente, porque é a mais pura verdade. Ela deveria começar com uma educação esportiva nas escolas, pela saúde, pela educação, pelo envolvimento social, pelo direito de conhecimento e envolvimento com as práticas além dos livros, um direito constitucional. Fui bolsista em escolas de ensino médio e superior pelas habilidades esportivas e assim tem sido grande parte dos nossos atletas olímpicos.

São regadas com suor e dedicação, arrancadas à força, dia após dia, superando lesões, distrações do caminho e então seu reencontro com seu objetivo ou sua única opção. A partir desta parte estamos todos no mesmo barco, países que são potência esportiva e os que estão a caminho (ou não). Nesta edição quase 12.000 sonhos, candidatos ao Olimpo candidatos a fixar seu nome na história dos jogos e dos seus países.

Ter participado de uma Olimpíada (BARCELONA – 1992), ter vencido num universo onde estão somente os melhores, não pode ter sido sorte. Existe um merecimento que em esportes coletivos são construídos por histórias de abnegação e respeito pelo trabalho do seu companheiro onde você apoia e é apoiado. Em tempo, na minha visão não existem esportes coletivos e sim esportes onde você representa individualmente o ato coletivo da sua equipe. Sendo assim gostaria de poder expressar em palavras o sentimento que guardo com carinho há quase trinta anos, choros, soluços, gritos insanos, saltos além do imaginável e um outro que não coaduna com todos os anteriores: alívio. Um peso que sai das suas costas, nunca lá esteve porque além de toda esta competição, sim competição, você faz algo que ama e faz com prazer, mas que dá um alívio, ah, isso dá.

Como presente aprendi no meio do caminho por meio do esporte, por meio das vitórias e derrotas da vida esportiva, que o esporte é uma das maiores ferramentas de aprendizagem. Por meio dele você aprende a respeitar seus adversários, a superar seus limites, ser disciplinado, ser perseverante e o maior de todos: você não faz nada sozinho, o poder do NÓS é imensurável. Como ser humano me sinto no dever eterno de ressaltar a coletividade sã como a maior arma que o Homem tem.

Um viva! Aos Jogos Olímpicos, aos esportes, aos atletas e um grande viva aos que amam o Esporte”.

Jorge Edson Souza de Brito
CAMPEÃO OLÍMPICO BARCELONA – 1992
Head Coach Volleyball National Team – Filipinas

Consultar informações, acessar portais de serviços, fazer pagamentos – as utilidades do QR Code são muitas. E, para quem usa Qualitor, são ainda maiores, pois é possível lançar mão desta tecnologia para melhorar o atendimento.

Isto porque, com a integração do recurso de QR Code ao Qualitor, é possível solicitar contato junto às empresas diretamente a partir do código incluso em um produto.

Desta forma, a comunicação empresa-público se torna muito mais ágil, permitindo a abertura de chamados, solicitação de informações ou realização de comentários pelo simples uso de um smartphone.
Leitor de QR Code na mão do cliente, empresa usuária do Qualitor 8.20 no outro lado da transação: está formada a equação do atendimento eficiente, ágil e moderno, aquele que cria disponibilidade, abre mais espaços para o público se relacionar com as marcas e estabelece melhores parâmetros de relacionamento e fidelização.

Já que nossa news de hoje tem a temática do esporte, vamos a uma dica de série nesta linha: em Desafiando Gigantes, um treinador se encarrega de um time de futebol em sua pior fase, mas consegue embutir em todos o espírito de superação e dedicação que acaba trazendo resultados… Que você só vai descobrir assistindo, afinal, não queremos estragar sua experiência!

Bateu o frio (e com força!) e uma inevitável preguicinha se apresenta. Afinal, o corpo sabe que, para se proteger e se preservar, é preciso reter calor, e então vem aquela sensação de que sair das cobertas é uma péssima ideia.

Em tempos de home office, isso se acentua. Para espantar o friozão e dar um gás na produtividade, aqui vão algumas dicas.

Sempre que se sentir sem energia, procure tomar um pouco de sol. Pode ser na janela mesmo. Isso ajuda o cérebro a perceber a luz e entender que é preciso acordar, interrompendo a produção da melatonina, o famoso hormônio do sono. Luz artificial também ajuda, desde que seja abundante.

Não acorde 5 minutos antes de começar a trabalhar. Isso trará um efeito de tensão que poderá minar sua produtividade. O ideal é ter uma rotina matinal agradável, que comece com afazeres que te deem prazer, como um banho quente, um café da manhã, aquela olhadinha no noticiário ou exercícios físicos.
Estes últimos, aliás, são imprescindíveis na rotina de inverno. Se você os praticar no início do dia, tenderá a ter mais disposição. E se o fizer no final da tarde, poderá reduzir a fadiga, distrair a mente das preocupações do trabalho e garantir uma melhor noite de sono.

Ao longo do dia, faça algumas pausas. Beba um café, saia da mesa, se alongue rapidamente, relaxe. Vale até uma ida até o lado de fora. Isso ajudará o cérebro a desligar por alguns momentos da rotina de ocupação, descansando e garantindo mais produtividade a seguir.

Tem até comprovação científica: pesquisas indicam que, se a cada 52 minutos de trabalho você fizer 17 minutos de pausa, seu dia de trabalho tende a ser 10% mais produtivo.

Pensou em comida de inverno, lembrou de sopa? É muito válido, mas há mais do que caldos para aquecerem o organismo nos dias frios.

A carne, por exemplo, é um item importante. Assim como um acompanhamento de qualidade. Que tal fazer uma carne assada com purê de batata doce? A dica é assar ambas juntas, em uma forma grande. Desta forma, o caldo da carne escorrerá e dará sabor à batata.

A sobremesa também pode ser quentinha. Uma boa dica é o fondue de copo: pique frutas da estação, coloque em um recipiente individual e cubra com calda de chocolate meio amargo ou branco. Consumindo com moderação, não tem erro!
Outra doçura que vai muito bem é a pera assada ao molho de vinho. O álcool evapora  e o sabor fica. Uma delícia.

E para beber, aposte em chás, chimarrão, leite, chocolate quente. Tudo o que trouxer conforto, incluindo aquela tacinha de vinho que, de forma comedida, traz vários benefícios!

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